<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: O ovo e a galinha da educação</title>
	<atom:link href="http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/</link>
	<description>um blog sobre o discurso sobre deficiências</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Mar 2010 10:30:06 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Procuram-se ilusões &#171; Liberdade Reflexiva</title>
		<link>http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/#comment-520</link>
		<dc:creator>Procuram-se ilusões &#171; Liberdade Reflexiva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 10:21:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://disdeficiencia.wordpress.com/?p=99#comment-520</guid>
		<description>[...] Como investigador da origem da vida, por algumas vezes, aborda o problema do ovo e da galinha. Dou aqui a minha pequena contribuição, de uma discussão que travamos em outro blog http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Como investigador da origem da vida, por algumas vezes, aborda o problema do ovo e da galinha. Dou aqui a minha pequena contribuição, de uma discussão que travamos em outro blog <a href="http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/" rel="nofollow">http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/</a> [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gil Pena</title>
		<link>http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/#comment-482</link>
		<dc:creator>Gil Pena</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 11:06:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://disdeficiencia.wordpress.com/?p=99#comment-482</guid>
		<description>Sobre a &quot;moeda&quot; de que fala o Ubiratan, tenho uma concepção particular. A moeda não tem dois lados, cara ou coroa, como costumamos simplificar. A moeda tem ainda a faixa que reveste a sua circunferência, com infinitos pontos de tangência, cada um por assim dizer, representando um &quot;lado&quot;. De algum modo, temos de romper com a dialética das faces opostas da moeda, pois em geral existem mais de duas possibilidades em jogo. Do ponto de vista da entropia, há mais gasto energético quando pressionamos o dedo sobre a moeda, tentando prevalecer a cara ou a coroa, na medida em que outro tenta virá-la, para que prevaleça coroa ou cara. A dinâmica do entendimento é dinâmica, envolvendo o gasto energético de manter viva a moeda girando em seu eixo, em ciclos espirais de exposição dos diferentes pontos de vista, não apenas cara ou coroa, mas pontos de vista tangenciais, que nos revelam aspectos inusitados e interessantes. Não apenas ovo ou galinha, deficiência ou exclusão, mas ovo, galinha, deficiencia, exclusão, vistos pela espiral em movimento, nas interações múltiplas e diversas das pessoas com as pessoas e o meio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a &#8220;moeda&#8221; de que fala o Ubiratan, tenho uma concepção particular. A moeda não tem dois lados, cara ou coroa, como costumamos simplificar. A moeda tem ainda a faixa que reveste a sua circunferência, com infinitos pontos de tangência, cada um por assim dizer, representando um &#8220;lado&#8221;. De algum modo, temos de romper com a dialética das faces opostas da moeda, pois em geral existem mais de duas possibilidades em jogo. Do ponto de vista da entropia, há mais gasto energético quando pressionamos o dedo sobre a moeda, tentando prevalecer a cara ou a coroa, na medida em que outro tenta virá-la, para que prevaleça coroa ou cara. A dinâmica do entendimento é dinâmica, envolvendo o gasto energético de manter viva a moeda girando em seu eixo, em ciclos espirais de exposição dos diferentes pontos de vista, não apenas cara ou coroa, mas pontos de vista tangenciais, que nos revelam aspectos inusitados e interessantes. Não apenas ovo ou galinha, deficiência ou exclusão, mas ovo, galinha, deficiencia, exclusão, vistos pela espiral em movimento, nas interações múltiplas e diversas das pessoas com as pessoas e o meio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ubiratan</title>
		<link>http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/#comment-481</link>
		<dc:creator>ubiratan</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 03:18:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://disdeficiencia.wordpress.com/?p=99#comment-481</guid>
		<description>Demais a problematização teória vs prática da &quot;edudação profissional&quot; de Fábio e a desmantelada da hipótese de paradoxos de experiência de Gil. Duas questões (cacarejos de ovo em formação): o paradoxal então é da gênese do paradoxo? A invenção conceitual da deficiência e da exclusão prática da diferença são a mesma &quot;moeda&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Demais a problematização teória vs prática da &#8220;edudação profissional&#8221; de Fábio e a desmantelada da hipótese de paradoxos de experiência de Gil. Duas questões (cacarejos de ovo em formação): o paradoxal então é da gênese do paradoxo? A invenção conceitual da deficiência e da exclusão prática da diferença são a mesma &#8220;moeda&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gil Pena</title>
		<link>http://blog.disdeficiencia.net/2008/07/24/o-ovo-e-a-galinha-da-educacao/#comment-480</link>
		<dc:creator>Gil Pena</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 18:09:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://disdeficiencia.wordpress.com/?p=99#comment-480</guid>
		<description>O paradoxo é curioso. O artigo do filósofo Guido chega perto de uma resposta, mas não toca o ponto central da coisa, que é porque esse tipo de pergunta nos incomoda tanto. Nos incomoda pela nossa dificuldade em romper com o paradigma linear de nossa compreensão do mundo, em que uma coisa gera outra, e outra, e outra, indefinidamente. Ora, ovo de galinha e galinha são a mesma coisa, se pensarmos na espécie galinha. Definir uma galinha como algo que bota ovo, cisca, cacareja, que assamos no domingo é dizer dela o que observamos que ela &#039;faz&#039;. A galinha simplesmente galinha, como a goiabeira goiaba (como disse o Nelson Vaz em seu Goiaba, goiabeira). Galinha ou goiaba, do verbo galinhar ou goiabar. Em geral, não pensamos uma espécie como o modo de viver da espécie (o galinhar da galinha, por exemplo). A biologia moderna reduz uma espécie a uma configuração genética, que se conserva de uma geração a outra. Mais rico, como diz Maturana, é entender uma espécie como seu modo de vida, na configuração das relações variáveis entre o organismo e o meio, que começa na concepção do organismo e termina com sua morte, e que se conserva, geração após geração, como um fenótipo ontogênico, como um modo de viver em um meio (para a galinha, galinhar). A galinha, que nasceu de um ovo, se conserva como espécie, na galinha que nasce do ovo que ela bota. A galinha morta, se recicla, nos bichos que a comem, que acabam reciclados pela minhoca que a galinha come. Reciclando tudo, a galinha se come, o ovo nasce do ovo. Ovo e galinha se fundem na sua autopoese. São elementos inseparáveis do modo galinha de existir. &quot;Cocoricó!&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O paradoxo é curioso. O artigo do filósofo Guido chega perto de uma resposta, mas não toca o ponto central da coisa, que é porque esse tipo de pergunta nos incomoda tanto. Nos incomoda pela nossa dificuldade em romper com o paradigma linear de nossa compreensão do mundo, em que uma coisa gera outra, e outra, e outra, indefinidamente. Ora, ovo de galinha e galinha são a mesma coisa, se pensarmos na espécie galinha. Definir uma galinha como algo que bota ovo, cisca, cacareja, que assamos no domingo é dizer dela o que observamos que ela &#8216;faz&#8217;. A galinha simplesmente galinha, como a goiabeira goiaba (como disse o Nelson Vaz em seu Goiaba, goiabeira). Galinha ou goiaba, do verbo galinhar ou goiabar. Em geral, não pensamos uma espécie como o modo de viver da espécie (o galinhar da galinha, por exemplo). A biologia moderna reduz uma espécie a uma configuração genética, que se conserva de uma geração a outra. Mais rico, como diz Maturana, é entender uma espécie como seu modo de vida, na configuração das relações variáveis entre o organismo e o meio, que começa na concepção do organismo e termina com sua morte, e que se conserva, geração após geração, como um fenótipo ontogênico, como um modo de viver em um meio (para a galinha, galinhar). A galinha, que nasceu de um ovo, se conserva como espécie, na galinha que nasce do ovo que ela bota. A galinha morta, se recicla, nos bichos que a comem, que acabam reciclados pela minhoca que a galinha come. Reciclando tudo, a galinha se come, o ovo nasce do ovo. Ovo e galinha se fundem na sua autopoese. São elementos inseparáveis do modo galinha de existir. &#8220;Cocoricó!&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
